O brasileiro não tem memória.

Neste blog desmascaramos esta mentira.









sábado, 25 de julho de 2026

500.000

Historiando, em 9 março de 2025 publiquei um post comemorativo da marca de 300 mil visualizações neste blog (https://direitoamemoria.blogspot.com/2025/03/300000.html), que iniciou depois que eu concluí o meu doutorado só para continuar pensando no tema que ocupa a minha existência, o direito à memória e o patrimônio cultural que lhe serve de suporte.

Aqui eu faço uma compilação de notícias, materiais e impressões que podem ajudar a expandir a minha compreensão sobre a memória individual e coletiva - suas formas, usos e repercussões - para que o meu olhar continue buscando o tema em todos os lugares.

Já me disseram que o tempo dos blogs passou, e que eu deveria procurar outros formatos.

Errado, ainda estamos aqui.  

A memória é persistência e continuidade. É presente, não passado, embora o que passou seja o seu material, e  vamos continuar por aqui.

Então vou atualizar a comemoração das 300 mil publicações aumentando o numero de canecas, de desejos presos e sonhos frustrados do adorado poema de Carlos Pena Filho, que me remete ao tempo em que eu não podia beber chopp mas comia a coxinha do lendário Bar Savoy, que era absolutamente incomparável.

Agora são 1840 postagens publicadas, e outras que estou rascunhando, só para lembrar, desesquecer, evocar e continuar pensando nesse tema infinito.

Arrumei mais uma longa caminhada para fazer, e agradeço à companhia de todos que caminham comigo lendo e comentando os posts.

Ainda não aprendi a ver e responder os comentários nesses 16 anos, porque Denise diz que o blog é desarrumado.

Mas a memória é assim mesmo: fragmentária, seletiva e desorganizada.  Cabe-nos a missão de tentar, da melhor maneira possível, dar-lhe as formas e a coerência que contribuam para a nossa vida e para a nossa felicidade.

Muito obrigada 500.000 vezes!




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