O brasileiro não tem memória.

Neste blog desmascaramos esta mentira.









terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Mardi Gras

É hoje, terça-feira gorda de carnaval.

Teoricamente seria o último dia dos festejos carnavalescos, mas entre nós há a quarta-feira de cinzas, a quinta da ressaca, a sexta da saudade, o sábado de carnaval renovado, e o domingo, que nesse caso é dia útil de carnaval.

A partir de amanhã estamos em contagem regressiva para o início do ano!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Hashi e memória

Vi nesse sítio que o uso de hashi (aqueles pauzinhos utilizados para comer sushi) ajuda a melhorar a memória.

Cf.: http://www.nipocultura.com.br/?p=854

Só não consegui descobrir por que e, se alguém souber, por favor me explique.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Domingo de Carnaval - lembrança do ano passado

No domingo de carnaval do ano passado quebrei o meu juramento de não comparecer à folia.

E o que eu ganhei com isso? Um boneco gigante, representando a noiva de Chucky (o boneco assassino), se esfregou desavergonhadamente em mim, e foi embora sem deixar sequer o telefone.

Olha aí o post: http://direitoamemoria.blogspot.com/2011/03/domingo-de-carnaval.html

sábado, 18 de fevereiro de 2012

RECEITA PARA ESQUECER UM GRANDE AMOR (DE CARNAVAL)

Amores de carnaval são uma realidade.

Talvez porque a maioria das pessoas vai para a folia com a explícita intenção de ser alegre, e frequentemente a alegria está associada a não ser solitário;

Talvez porque o álcool e a influência da multidão (em um contexto social permissivo) ajudem a liberar algumas amarras morais;

Talvez porque tem tanta gente junta, cada um cuidando da sua vida, que ninguém perde tempo olhando o que você está fazendo;

Talvez porque a sua consciência também está bebâda, e se desprendeu de você para ir pular carnaval em outra ladeira;

Por todos esses fatores, e talvez outros que não vêm ao caso, as pessoas se dedicam a relações amorosas efêmeras durante o carnaval. E não é raro sequer lembrarem do nome das pessoas envolvidas.

Então, a receita para esquecer um grande amor de carnaval é deixar a semana passar, que na quinta-feira as coisas voltam ao normal.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Jogo da Memória

Para você, que não vai brincar o carnaval, sugerimos o jogo da memória on line como passatempo.

Esse aí combina memória e comida, dois dos meus esportes prediletos: http://jogos360.uol.com.br/tasty_food_memory.html

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

TRICENTENÁRIO!

Esse é o post número 300.

Agora eu posso dizer, sem perigo de exagerar, que escrevi trezentas ("trocentas") coisas sobre memória.

Trezentos é um número importante, e ser tricentenário já confere antiguidade, posto e respeito ao nosso blog.

E falando em trezentos, lembrei daquele poema "Chopp" de Carlos Pena Filho;
(...)
"Nas mesas do Bar Savoy,
o refrão tem sido assim:
São trinta copos de chopp,
são trinta homens sentados,
trezentos desejos presos,
trinta mil sonhos frustrados."

Lembro também de 300 de Esparta (que não eram trezentos, ao final das contas).

Enfim, trezentos é um número importante para dedéu, e merece ser comemorado.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

RESGATANDO XINGAMENTOS ANTIGOS (11): Arrabaldino

A palavra arrabaldino não nasceu como xingamento. Apenas indicava alguém que provinha dos arrabaldes, ou seja, do subúrbio.

A questão é saber quando ser suburbano, arrabaldino virou xingamento. O porque é fácil: a periferia sempre foi o lugar de moradia dos excluídos do centro político e econômico, então tudo que se relaciona com o arrabalde é considerado "menos", "brega", "barato", quando não "inferior".

Acho importante resgatar o xingamento "arrabaldino" porque, atualmente, só escuto a minha mãe utilizá-lo (e às vezes a minha irmã), tornando-o candidato à extinção, mas também porque o próprio significado da palavra subúrbio está mudando.

Antes era um lugar esquecido por Deus, habitado por quem morava longe. Atualmente é objeto de desejo para quem idealiza bairros planejados, intocados pela mão boba da urbanização caótica, à moda dos filmes americanos.

Então temos que resgatar o xingamento "arrabaldino" do perigo de tornar-se um elogio.