O brasileiro não tem memória.

Neste blog desmascaramos esta mentira.









quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Manhã de estudos (2)


Sempre estou estudando alguma coisa, mas às vezes registro o momento para a posteridade, como no post http://direitoamemoria.blogspot.com/2016/08/manha-de-estudos.html.


A paixão do momento - Furta Sacra



Lendo e fichando
Sim, estava lendo deitada.
Sim, eu sei que isso é errado.
Não, não vou mudar meu procedimento.
Sim, depois dos estudos fui tomar banho naquele mar lindo, tão azul, no fundo da paisagem.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Visita ao Memorial Augusto dos Anjos em Sapé (1)

Não é segredo para ninguém que nós amamos Augusto dos Anjos, e já lembramos dele em diversos posts:












Lembro, leio, escrevo, mas faltava conhecer a origem.  Nestas mini-férias de janeiro, resolvemos ir a Sapé (PB), a cidade natal do poeta:

Guiados pela sombra magra

Chegamos ao palácio da memória

A população de Sapé esforça-se para manter viva a memória do ilustre  conterrâneo através do memorial e de um calendário comemorativo.

Esta era a casa da ama-de-leite que foi restaurada para abrigar o memorial, já que a do poeta foi demolida.

Voltarei a Sapé para ler, ouvir falar, pensar e lembrar de Augusto dos Anjos.


domingo, 27 de janeiro de 2019

Dever de memória: Não esquecer Brumadinho (MG)

Não se pode comparar tragédias.  Nenhuma tragédia é igual à outra, mas às vezes têm fatores em comum.

Reitero para Brumadinho as observações sobre o rompimento da barragem em Mariana em 2015: http://direitoamemoria.blogspot.com/2015/11/dever-de-memoria-nao-esquecer-mariana-mg.html

Por que reitero? Por que não são iguais, mas têm a mesma origem.

E vamos continuar reiterando pois se o procedimento não mudar, novas tragédias vão acontecer.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Formas de lembrar (16): uma bicicleta

Uma lembrança dos ciclistas que faleceram na guerra do trânsito: uma bicicleta branca conhecida como ghost bike.



sábado, 19 de janeiro de 2019

Perguntas do Camino

São questões que ficaram na minha cabeça, mesmo depois de voltar para casa:

1) Por que os espanhóis sempre deixam os veículos ligados, quando saem para fazer alguma coisa?  Veículo ligado, sem ninguém, e com chave na ignição.

2) Por que os copos na Espanha têm a exata medida do que se vai tomar, sempre?  Compra um refrigerante, o copo que te dão tem exatamente a mesma medida da garrafa.  Nem mais, nem menos: exata medida.  Você coloca o líquido, que chega até a borda do copo, mas nunca transborda. Pura feitiçaria.

3) Por que os espanhóis são tão cheirosos?

4) Qual é o nome daquela árvore que perfuma o caminho?  Tem cheiro de limpeza e coisa boa.

5) Por que, depois de tanto esforço, só penso em fazer o caminho de novo?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Produtos centenários (3)


Nossa preferência de sempre, mais produtos centenários em uso: 


Estamos realizando uma pequena mostra dos produtos centenários que estou usando no momento, e que são uma preferência antiga:

Adoro mostarda à moda antiga



Sabonete desde 1870

Chocolatier desde 1845



Ainda não cheguei a estudar a história dessas empresas, e é claro que os produtos da marca mudam ao longo do tempo. Novos são incorporados e outros são descontinuados mas o que importa aqui é a narrativa e considerar a permanência como um elemento de marketing.

Se vou preferir uma marca que vem dos confins do século XIX? É claro.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Pausa para o almoço

Admirando

Depois do almoço à beira mar
Almocei e aproveitei para contemplar.