O brasileiro não tem memória.

Neste blog desmascaramos esta mentira.









sábado, 20 de abril de 2013

Fotonovela

Alguém lembra?

Nem sei se ainda existem, mas quando eu era pequena as fotonovelas estavam na moda.  Eu lembro que adorava ver os balõezinhos de diálogo saindo da boca dos retratados, e imaginando como seria legal se aquilo acontecesse na vida real. Na época eu tinha uns quatro anos, mas ainda não perdi as esperanças.

Legal mesmo era quando os personagens estavam pensando, porque havia bolinhas menores antes do balão.  Eu imaginava se os outros personagens também podiam ver os balões, mas acredito que não, porque senão as estórias seriam muito mais curtas.

A senhora que trabalhava lá em casa adorava fotonovelas.  As estórias eram sempre românticas (vixe, essa foi a semana do romance no blog! cf. http://direitoamemoria.blogspot.com.br/2013/04/lembrar-barbara-cartland.html), geralmente ocorriam em ambientes urbanos e não tinham nenhum conteúdo sexual explícito, apenas insinuações e sugestões.

Depois descobri que algumas revistas "adultas"  faziam fotonovelas de sexo explícito, à moda dos catecismos de Carlos Zéfiro, que se tornaram clássicos.

4 comentários:

  1. Algum dia vou escrever um post sobre Carlos Zéfiro.

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  2. Que nada. Mas sexo também é cultura, logo pode integrar a memória coletiva. Já em relação à memória individual, deixo cada um com suas lembranças.

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